Minha professora de Didática contou-me a seguinte história.
Quando ela fazia doutorado foi ao centro de informação da Universidade de Yale
pedir informações.
A funcionária ouviu o que ela pedia olhando-a nos olhos.
Depois entregou um papel a ela.
Pensando que não havia sido entendida, minha professora
voltou a pedir a mesma informação. Recebeu da funcionária de Yale outro papel.
Ela insistiu e repetiu a pergunta pela terceira vez. Então,
a funcionária disse:
― Leia o papel que lhe dei. Nele está a resposta.
A resposta estava às vistas, mas havia que ler o papel.
No caso das eleições, os personagens interpretam ou "jogam" (em inglês não se diz interpretar mas jogar: they play) diferentes papéis e assumem a liderança de diferentes lutas.
Nesses embates, como noutros, há de tudo: palhaços, heróis trágicos, gente jovem se matando sem saber porquê (infantes), propaganda, contra-propaganda, líderes carismáticos, dinheiro, poder, sexo, mentiras, ódio.
No fim, é o fato de que a guerra é bom para os negócios justifica tuda essa insanidade.
A resposta estava às vistas, mas havia que ler o papel.
No caso das eleições, os personagens interpretam ou "jogam" (em inglês não se diz interpretar mas jogar: they play) diferentes papéis e assumem a liderança de diferentes lutas.
Nesses embates, como noutros, há de tudo: palhaços, heróis trágicos, gente jovem se matando sem saber porquê (infantes), propaganda, contra-propaganda, líderes carismáticos, dinheiro, poder, sexo, mentiras, ódio.
No fim, é o fato de que a guerra é bom para os negócios justifica tuda essa insanidade.

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