Perguntei a um amigo que conhece bem o
mercado local onde eu poderia comprar tapetes de borracha para minha carrinha.
Ele me indicou uma loja on-line e somou rasgados elogios.
Precisei de uma fórmula de medicamento e
perguntei ao farmacêutico. Ele me indicou uma farmácia online.
Tempos depois, perguntei a um fotógrafo
profissional onde comprar um “cap” para a lente de 55 mm de minha câmera
fotográfica. Ele me indicou um ponto de e-comerce. Disse-me: “Receberás em dois
dias. E se estiver errado, eles trocam”.
Por que as pessoas de classe média compram
cada vez mais online? Por que o e-commerce cresceu 31% no primeiro semestre de
2018? (TRAY,
27/8/2018).
Não encontrei ainda quem me desse uma
resposta verossímil, oxalá científica para minhas perguntas. Mas encontrei no
varejo (“retail”) tradicional quem me desse razão de sobra para não voltar
àquela loja. E procurar uma loja online.
Clientes, namoradas, alunos, amigos são
seres humanos. Grande parte dos humanos querem ser amados e receber atenção.
E mais, cliente não é sinônimo de “habituelle”.
Um lojista não tem clientes, somente teve. Não há qualquer
garantia de que os Clientes Pretéritos voltem a comprar. Toda a carteira de clientes
é de Clientes em Potência, isto é, podem ou não deixar-te. Podem ou não comprar
novamente.
Dar atenção é:
- Ouça com atenção o que seu interlocutor fala, seja um cliente ou amante.
- Seja gentil — “cela ne coûte rien”.
- Mostre vontade de resolver as pendências.
- Sorria, se a vida não é tão bela, é bom viver.
Nunca esqueça: Poupe-se de todo mal-estar que puder sendo sábio ao seguir qualquer preceito.

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