Em qualquer empresa os donos não as pessoas que mais ameaçam
a sobrevivência de um negócio.
Infelizmente não amamos ninguém como amamos a
nós mesmos e, facilmente, apontamos um culpado e nos perdoamos.
Um homem de negócio planejou uma aposentadoria tranquila.
Ele construiu duas dúzias de lojas num corredor comercial importante da cidade
em que morava.
Os aluguéis (arrendamentos) lhe davam 30 mil euros de renda mensal ou uma
vida confortável em qualquer cidade do mundo.
Certo dia, ele resolveu fazer um contrato arriscado e
ambicioso e entregou o terreno onde estavam as lojas nessa operação comercial.
Perdeu tudo no negócio. Ficou apenas com a casa onde habitava.
Poderia ficar pior e ficou. Sem dinheiro, não conseguiu
pagar a pensão que devia a ex-mulher que, de imediato, pediu a prisão dele por
dívida de pensão alimentícia.
Conheci-o preso, pobre, desesperado e, por ambição, causador
primário da própria desgraça. Entretanto ele dizia que o culpado era o outro. Ele
não aprendeu a lição:
― Quem é o culpado pelo fracasso duma empresa?
― O dono da empresa.

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