domingo, 15 de outubro de 2017

Ela rezava, mas não acreditava em D-us.


Um dia uma professora doutora chegou à minha sala precisando falar. Às vezes as pessoas somente querem falar e/ou sentir que a voz delas repercute, sensibilizam.

Nesse dia, minha sala ouviu uma história linda!

A doutora me contou que não acreditava em D-us, entretanto, disse-me:

― “Eu rezo com meus filhos todas as noites”.

Não há muita razão para uma pessoa, seja homem ou mulher, que tem juventude, beleza, dinheiro e saúde acredite em D-us. Parece que ter sorte de ter o que tem é o suficiente.

Note, eu falei TEM juventude, pois a juventude passa. TEM beleza, essa passa ainda mais rápida. TEM dinheiro, isso é uma ilusão. Pode-se perdê-lo em minutos! TEM saúde. Ora, ter saúde é condição “sine qua” para morrer ou adoecer.

― O que há de bonito nessa história?

A doutora sentada a minha frente não sabia a diferença entre ter uma experiência com D-us e, portanto, confiança e ter fé. Fé é diferente de confiança.

―A fé diz: Eu acredito no amor.

― A confiança diz: “Eu já vivi uma experiência amorosa. O amor existe”.

OU

― Eu já senti a presença de d’Ele na minha vida. D-us existe.


Isso não é fé. Isso é confiança. Mesmo assim devo dizer, obrigado professora, por orar com seus filhos.

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