Um dia uma professora doutora chegou à minha sala precisando
falar. Às vezes as pessoas somente querem falar e/ou sentir que a voz delas
repercute, sensibilizam.
Nesse dia, minha sala ouviu uma história linda!
A doutora me contou que não acreditava em D-us, entretanto, disse-me:
― “Eu rezo com meus filhos todas as noites”.
Não há muita razão para uma pessoa, seja homem ou mulher, que
tem juventude, beleza, dinheiro e saúde acredite em D-us. Parece que ter sorte de
ter o que tem é o suficiente.
Note, eu falei TEM juventude, pois a juventude passa. TEM
beleza, essa passa ainda mais rápida. TEM dinheiro, isso é uma ilusão. Pode-se perdê-lo
em minutos! TEM saúde. Ora, ter saúde é condição “sine qua” para morrer ou
adoecer.
― O que há de bonito nessa história?
A doutora sentada a minha frente não sabia a diferença entre
ter uma experiência com D-us e, portanto, confiança e ter fé. Fé é diferente de
confiança.
―A fé diz: Eu acredito no amor.
― A confiança diz: “Eu já vivi uma experiência amorosa. O
amor existe”.
OU
― Eu já senti a presença de d’Ele na minha vida. D-us
existe.
Isso não é fé. Isso é confiança. Mesmo assim devo dizer, obrigado
professora, por orar com seus filhos.

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