Ele tinha um “olhar viciado”. Nesse dia ele passou apressadamente para
ver os pais. Comeu alguma coisa e pôs a sair.
― Tu já vais, filho? Fica para conversar. Que tal tomarmos
uma cervejinha?
― Não posso papai, estou muito assoberbado de compromissos.
Ficará para outro dia.
― Filho, diga-me uma coisa: Vais mesmo casar com aquela
moça?
― Vou, papai. Está decidido. Desculpa, tenho que ir.
Foi a última conversa dos dois.
Anos depois ele foi vítima de “alienação parental”. A mulher com quem ele namorou era
uma personagem que se desfez com o casamento.
― Professor, eu acho que meu pai queria me pedir para não
casar. Eu não o quis ouvir. Melhor, eu não queria ver que aquela paixão era um erro.
Ontem disserram-me que ele se separou novamente. Estava as turras com a nova ex-mulher por causa dos filhos. Começou tudo de novo...
Ontem disserram-me que ele se separou novamente. Estava as turras com a nova ex-mulher por causa dos filhos. Começou tudo de novo...

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